Notícia
Inflação no Japão sobe a 2,1% em setembro e volta a superar a meta do BC pela 1ª vez em nove meses
📅 24/10/2026
O índice de preços ao consumidor núcleo do Japão (que exclui alimentos frescos) subiu 2,1% em setembro na comparação anual, contra 1,7% em agosto, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Ministério de Assuntos Internos e Comunicações. É a primeira vez em nove meses que o indicador supera a meta de 2% do Banco do Japão (BoJ).
O núcleo-núcleo, que exclui alimentos frescos e energia e é acompanhado de perto pelo BoJ como termômetro da demanda, avançou 2,4%, ante 1,9% em agosto. Os preços de bens subiram 2,8% e os de serviços, 1,5%, segundo a Reuters.
O resultado reforça a expectativa de novos aumentos de juros. A taxa básica está em 1,25%, o nível mais alto em 31 anos. O BoJ se reúne em 29 e 30 de outubro e, em geral, é esperado que mantenha os juros, mas pode elevar suas projeções de inflação. Em pesquisa da Bloomberg, mais de 80% dos economistas apostam em alta para 1,50% em dezembro. O iene se fortaleceu após a divulgação.
Para quem mora no Japão, juros mais altos tendem a encarecer financiamentos com taxa variável e a influenciar o câmbio das remessas ao Brasil. Esta é apenas uma informação, não uma recomendação financeira.
Fontes: Reuters (via Central Oregon Daily), Bloomberg (via BigGo Finance) e Investinglive, 23/10/2026.
O núcleo-núcleo, que exclui alimentos frescos e energia e é acompanhado de perto pelo BoJ como termômetro da demanda, avançou 2,4%, ante 1,9% em agosto. Os preços de bens subiram 2,8% e os de serviços, 1,5%, segundo a Reuters.
O resultado reforça a expectativa de novos aumentos de juros. A taxa básica está em 1,25%, o nível mais alto em 31 anos. O BoJ se reúne em 29 e 30 de outubro e, em geral, é esperado que mantenha os juros, mas pode elevar suas projeções de inflação. Em pesquisa da Bloomberg, mais de 80% dos economistas apostam em alta para 1,50% em dezembro. O iene se fortaleceu após a divulgação.
Para quem mora no Japão, juros mais altos tendem a encarecer financiamentos com taxa variável e a influenciar o câmbio das remessas ao Brasil. Esta é apenas uma informação, não uma recomendação financeira.
Fontes: Reuters (via Central Oregon Daily), Bloomberg (via BigGo Finance) e Investinglive, 23/10/2026.