Notícia
Parlamento do Japão inicia debate sobre corte do imposto de alimentos de 8% para 1%; oposição propõe alternativas
📅 21/10/2026
O Parlamento do Japão começou, nesta semana, a discutir o projeto do governo da primeira-ministra Sanae Takaichi que reduz o imposto de consumo sobre alimentos e bebidas não alcoólicas de 8% para 1% por dois anos, de abril de 2027 a abril de 2029. O texto prevê ainda pagamentos para trabalhadores de renda baixa e média, cujos critérios e valores ainda estão em definição. Segundo a imprensa japonesa, o custo do programa de dois anos é estimado em cerca de ¥10 trilhões.
Takaichi descartou pagamentos em dinheiro para toda a população antes do fim do atual ano fiscal, em março, alegando dificuldade de distribuição rápida. A oposição apresentou alternativas: o Partido da Reforma Democrática defende pagamentos diretos no lugar do corte e questiona se a redução chegará aos preços; o Komeito propõe usar os cerca de ¥10 trilhões em pagamentos de ¥80.000 por pessoa; e o Partido Democrático do Povo alerta que a classe média pode perder o benefício após dois anos e sugere maiores deduções fiscais.
Pesquisas mostram apoio majoritário à medida: 56% a favor e 37% contra, segundo o Yomiuri, e 62,6% de apoio no levantamento Sankei-FNN, embora 52,2% duvidem que ela contenha a alta dos preços. Ainda não há data para a votação final, e o governo não tem maioria na Câmara Alta; a sessão do Parlamento vai até 12 de dezembro.
Fontes: The Japan Times (20/10/2026), Japan Today, News on Japan. Publicado em 21/10/2026.
Takaichi descartou pagamentos em dinheiro para toda a população antes do fim do atual ano fiscal, em março, alegando dificuldade de distribuição rápida. A oposição apresentou alternativas: o Partido da Reforma Democrática defende pagamentos diretos no lugar do corte e questiona se a redução chegará aos preços; o Komeito propõe usar os cerca de ¥10 trilhões em pagamentos de ¥80.000 por pessoa; e o Partido Democrático do Povo alerta que a classe média pode perder o benefício após dois anos e sugere maiores deduções fiscais.
Pesquisas mostram apoio majoritário à medida: 56% a favor e 37% contra, segundo o Yomiuri, e 62,6% de apoio no levantamento Sankei-FNN, embora 52,2% duvidem que ela contenha a alta dos preços. Ainda não há data para a votação final, e o governo não tem maioria na Câmara Alta; a sessão do Parlamento vai até 12 de dezembro.
Fontes: The Japan Times (20/10/2026), Japan Today, News on Japan. Publicado em 21/10/2026.