Notícia
Japão e EUA revisam regras de folga de militares americanos após morte em Okinawa
📅 15/10/2026
Os governos do Japão e dos Estados Unidos estão revisando as regras de conduta fora do quartel para militares americanos em Okinawa. A medida vem após a prisão, na semana passada, de um fuzileiro naval dos EUA suspeito de matar uma mulher de 39 anos em um hotel em Naha. O suspeito ainda não foi condenado.
O chanceler Toshimitsu Motegi disse na terça-feira (13) que a revisão inclui o funcionamento das regras atuais e "assuntos como patrulhas e controle de toque de recolher". A primeira-ministra Sanae Takaichi afirmou que consultas de alto nível e de nível técnico com os EUA começaram na semana passada. Nenhuma mudança definitiva foi anunciada até agora.
O Exército americano já impôs uma pausa operacional de dois dias e, em seguida, um toque de recolher de um mês a partir da meia-noite. A política de "liberty", atualizada em 2024, já proíbe militares de beber em público fora da base e de frequentar bares entre 1h e 5h. Cerca de 54.000 militares dos EUA estão no Japão, a maioria em Okinawa, onde o Legislativo local aprovou em 9 de outubro uma resolução pedindo a revisão do acordo que rege o status das tropas.
Fonte: The Japan Times, AFP/Manila Times e Kuwait Times (13 e 14 de outubro de 2026).
O chanceler Toshimitsu Motegi disse na terça-feira (13) que a revisão inclui o funcionamento das regras atuais e "assuntos como patrulhas e controle de toque de recolher". A primeira-ministra Sanae Takaichi afirmou que consultas de alto nível e de nível técnico com os EUA começaram na semana passada. Nenhuma mudança definitiva foi anunciada até agora.
O Exército americano já impôs uma pausa operacional de dois dias e, em seguida, um toque de recolher de um mês a partir da meia-noite. A política de "liberty", atualizada em 2024, já proíbe militares de beber em público fora da base e de frequentar bares entre 1h e 5h. Cerca de 54.000 militares dos EUA estão no Japão, a maioria em Okinawa, onde o Legislativo local aprovou em 9 de outubro uma resolução pedindo a revisão do acordo que rege o status das tropas.
Fonte: The Japan Times, AFP/Manila Times e Kuwait Times (13 e 14 de outubro de 2026).