Notícia
G7 anuncia liberação de até 100 milhões de barris de petróleo e diesel para frear alta dos combustíveis
📅 03/10/2026
O G7 anunciou na sexta-feira (2) um plano para liberar até 100 milhões de barris de reservas estratégicas de petróleo e diesel ao longo de quatro meses. Segundo as agências internacionais, a ideia é aliviar a alta dos combustíveis, com uma liberação concentrada de diesel nos primeiros 20 dias. O anúncio foi feito pelo presidente da França, Emmanuel Macron, e também comemorado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
De acordo com a oilprice.com, os países europeus devem fornecer cerca de 50 milhões de barris de diesel, enquanto membros da Agência Internacional de Energia (AIE) devem liberar outros 50 milhões de barris de petróleo bruto. A medida responde aos preços elevados provocados por restrições ao tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, no contexto do conflito dos EUA e de Israel com o Irã, iniciado em 28 de fevereiro de 2026.
O mercado reagiu rápido: os contratos futuros de diesel na Europa caíram mais de 4% e o petróleo Brent recuou cerca de US$ 3, ficando abaixo de US$ 100 o barril. As reportagens consultadas não detalham qual será a participação do Japão no plano. Como o país importa praticamente todo o petróleo que consome, o movimento dos preços internacionais costuma ser acompanhado de perto por quem vive no Japão e depende de carro, aquecimento e transporte.
Fontes: Al Jazeera e oilprice.com, 2 de outubro de 2026. Informação, não recomendação.
De acordo com a oilprice.com, os países europeus devem fornecer cerca de 50 milhões de barris de diesel, enquanto membros da Agência Internacional de Energia (AIE) devem liberar outros 50 milhões de barris de petróleo bruto. A medida responde aos preços elevados provocados por restrições ao tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, no contexto do conflito dos EUA e de Israel com o Irã, iniciado em 28 de fevereiro de 2026.
O mercado reagiu rápido: os contratos futuros de diesel na Europa caíram mais de 4% e o petróleo Brent recuou cerca de US$ 3, ficando abaixo de US$ 100 o barril. As reportagens consultadas não detalham qual será a participação do Japão no plano. Como o país importa praticamente todo o petróleo que consome, o movimento dos preços internacionais costuma ser acompanhado de perto por quem vive no Japão e depende de carro, aquecimento e transporte.
Fontes: Al Jazeera e oilprice.com, 2 de outubro de 2026. Informação, não recomendação.